Aquilo que eu não sei explicar
sexta-feira, 3 de maio de 2013
A velha insegurança predominante
Você torce tanto pra não se apaixonar, e desde a última decepção promete que nada vai ser como antes. Então muda o jeito de agir, principalmente piora alguns aspectos fortes em você, que com ele era diminuído em relação à você gostar dele. Aí quer ser fria, fica amarga, quer pisar e fazer muito charme para o próximo sofrer bastante. Você cria um certo tipo de ‘casca’ pra se defender dele e de todas as coisas patéticas que um homem é capaz de fazer pra te ganhar. Mas não adianta.
Cada um é diferente. Pode ter sido com o anterior, mas não quer dizer que com o próximo vai ser assim, ou pode ser né… Porém você pode ser assim no começo, mas logo tudo vai mudar novamente. E se a aproximação for intensa e contínua, haverá um dia que toda essa faixada de durona, vai se desmanchar. Porque quando a gente começa a gostar, não importa mais essas coisas pra se proteger. Não adianta, quando é pra ser, vai acontecer…
E com isso todas as suas tentativas de se afastar, fazer com que não desse certo e não dar importância pra o que está acontecendo se desfaz. Sempre, você vai se apegar, e isso acontece de uma forma ou de outra. Não há outro jeito, se você realmente não quer, não insista. Mas se tiver 0,00001% de possibilidade, você vai se dar essa chance, porque há sempre alguma coisa em alguém que você acaba se acostumando, ou gostando mesmo. Pra valer.
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